por
Luiz Bandeira
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postado em
05-08-2010
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Gerência de Projetos
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2 Comentários
“Quanto será que vale meu projeto?!“ Está é a pergunta que 99% dos contratantes se fazem antes de pensar em contratar.
Normalmente a verba destinada a projetos, mesmo os mais vitais, é limitada e o tempo é quase sempre curto, ou seja, os projetos sempre são “idealizados” em caráter de emergência e por isso já nascem tendendo ao fracasso.
Imagine a situação de um contratante, com a necessidade de definir tudo que será necessário ao projeto, almejando conseguir o melhor no menor tempo possível! Simplesmente é impossível ter uma previsão do que virá pela frente, o risco é alto e o tempo é curto.
Isto não contribui para os planos do contratante e consequentemente, o fornecedor mede o esforço no maior valor possível para se precaver dos possíveis riscos. Por fim, temos um projeto onde o contratante apenas tem uma visão do que precisa, e onde o fornecedor para se precaver acaba, naturalmente, onerando o projeto. O “Caos” gerado por esta situação se estende até o ponto onde as relações entre o contratante e o fornecedor fica desgastado, tanto um quanto o outro têm gastos inesperados e o tempo (meta principal para atender a emergência) é ultrapassado diversas vezes.
Mas calma! Este “Caos” tem solução! O mercado tem se deparado com uma modalidade de projetos conhecidos como “Taylor Made Projects”, ou seja, Projetos sob medida, muito usados por técnicas ágeis de gerenciamento e desenvolvimento. Estes tendem a melhor atender as necessidades do contratante e do fornecedor, reduzindo riscos e possibilidades de desencontros com os objetivos traçados no inicio.
Isto porque a construção do projeto ocorre de maneira gradual e incremental, onde o fornecedor sempre inicia o projeto pelo o que é mais prioritário e necessário para o contratante, otimizando os recursos, verba e principalmente o tempo.
Imagine a gestão do projeto de construção de sua casa, por exemplo. Mesmo sem ter a verba suficiente, no momento, o projeto é iniciado e naturalmente pelas atividades que são base da edificação e não pelas telhas ou detalhes das janelas, ou seja, as ações são elaboradas de forma que sirvam de suporte para ações futuras, mas que também agreguem valor e importância para o projeto final.